O Instituto Aurora existe pela ação de várias pessoas e organizações, a partir de uma rede que acredita na nossa missão e se dedica a conhecer e participar das nossas ações. Por isso, hoje, dando continuidade a série de reportagens sobre as pessoas que constroem o Aurora, queremos te contar sobre a Daniela Ferreira, participante de projetos do instituto e articuladora de parceria institucional entre o Aurora e o Colégio Internacional de Curitiba, onde trabalha como psicóloga.

Há cerca de três anos, Daniela teve seu primeiro contato com a gente, lá na Praça Generoso Marques, durante a exibição do documentário Chega de Fiu Fiu. Na época, a Daniela estava iniciando um projeto de empoderamento feminino na escola em que trabalha. Como era o início, estava com gás para aproveitar ao máximo oportunidades sobre esse tema.

Quando ela conheceu o Instituto Aurora pela primeira vez, ela ainda não fazia ideia da dimensão e de todas as oportunidades que o Instituto já oferecia na época e que ainda iria desenvolver. Com seu olhar muito voltado às questões sobre o empoderamento feminino, Daniela havia assimilado que o Aurora era também sobre isso e resolveu pesquisar.

Deu match!

Ela descobriu que o Instituto tinha uma dimensão maior do que esperava, com o empoderamento feminino como uma de suas frentes, mas não a única, e tudo foi se encaixando:

“Meu envolvimento com o Instituto Aurora me ajudou a encaixar as pecinhas. De o que é a igualdade de gênero dentro da visão mais ampla dos direitos humanos, porque isso se encaixa ali, por que é importante colocar isso dentro dos direitos humanos e como isso se liga com o racismo e outras questões que fazem parte disso. O Aurora me ajudou a entender isso.”

Publicado em 27/11/2020.

Participação ativa

A Daniela parece aquele tipo de pessoa que aproveita as oportunidades quando aparecem, sabe? Ela procurou o Aurora focada no projeto sobre empoderamento feminino, mas também encontrou nas ações do Instituto oportunidades para estimular seu próprio desenvolvimento. Como sua participação no Clube do Livro, que Daniela narra como uma experiência prazerosa.

Embora a psicóloga não se sinta uma leitora assídua, seu desejo de ser esse tipo de leitora e a oportunidade de ter um grupo de leitura para um momento de troca foram estimulantes para manter o hábito – uma tarefa difícil para ela. “Então pra mim é um super estímulo: você quer ter lido o livro e quer ter lido com atenção. Escutar as diferentes perspectivas, em todos os encontros eu saio com: “nossa! Eu não tinha olhado para tal parte do livro daquela maneira…”. Embora no início temesse não se encaixar no grupo que imaginava encontrar, de “ratas de livros”, Daniela diz que se sentiu acolhida no Clube do Livro e participou de conversas “super profundas e estimulantes”.

Política: uma questão de amor e ódio

Nesse caminho de parceria com o Aurora, a Daniela continuou se identificando e caminhando lado a lado com a gente. Dessa vez, mais próxima do projeto “Meu, Seu, Nosso Voto”. E, de novo, “as pecinhas foram se encaixando”. Como muitas pessoas que passaram pelo projeto, Daniela, como ela mesma assume, era uma pessoa que dizia não gostar de política. 

Depois de uma experiência no exterior, Daniela voltou ao Brasil em 2014, em meio a um ano de eleição presidencial, sua curiosidade sobre o assunto crescia, mas ainda não estava disposta a mergulhar nesse universo. Então, vieram as eleições presidenciais de 2018 e esse foi seu limite. Ela sentiu que precisava entender mais sobre política. 

“Nas eleições de 2018, senti uma necessidade de entrar de corpo e alma, de conversar com as pessoas, de trocar, de entender, de fazer a minha parte. Então, para mim, esse foi o desenrolar da minha aproximação com a política. (…) E, hoje em dia, falo que eu adoro política. Continuo não entendo muito, mas eu gosto. E busco aprender mais.”

Seu interesse sobre o tema cresceu e ela buscou conhecer melhor o MSNV. Ainda em 2018, à medida que Daniela mergulhava na política, ela também articulava a realização de rodas de conversa sobre o tema com professores e alunos no colégio. Foi ali que ficou claro para Daniela a importância de discutir política com a juventude. “Lá na escola temos o que chamamos de educação moderna. Se a gente pensar o que tem que incluir na educação moderna, política, certamente, deveria ser mais ensinada – entre outras coisas, acho que eles tinham que aprender sobre a bolsa de valores, sobre direitos humanos.”

Aquelas rodas seriam só o começo do projeto e da participação da Daniela de forma tão ativa em uma ação focada em política. Dois anos depois da experiência com as rodas de conversa sobre política, Daniela se deparou, em 2020, com o projeto MSNV com uma nova cara. Resolveu, então, saber melhor o que seriam essas rodas com jovens promovidos pelo projeto. O MSNV propõe a realização autônoma de rodas de conversa sobre o voto responsável, a partir de material de apoio desenvolvido pelo Aurora com outras 4 organizações da sociedade civil. Mais uma vez Daniela viu uma oportunidade e se surpreendeu:

“Ao assistir a segunda, a terceira [roda de conversa], é que eu vi, através do material mesmo do projeto, que era possível a gente fazer também. E fizemos. Foi muito legal! Tinha poucos alunos, mas a discussão foi riquíssima. Os alunos estão engajadíssimos. Realmente, acho que esses jovens, que têm entre 15 e 17 anos, trazem um nível de reflexão e debate impressionante.”

Educação em Direitos Humanos (EDH) e a empatia

O que é realmente útil na vida do novo cidadão? Com essa indagação, Daniela reforça a proposta da educação moderna e a importância de ensinar aos jovens temas que vão além do português e da matemática. “Eu vejo que a EDH é uma coisa chave.”

“Porque muitos dos problemas que a gente têm no mundo são, justamente, em decorrência da falta de tolerância, do preconceito, da discriminação. Da falta de habilidade de dialogar, de ter empatia, de se colocar no lugar do outro. De entender que só porque você vê o mundo de uma maneira, o colega do lado pode ver de uma maneira totalmente diferente. Essas são coisas que não vão ser ensinadas ali no livro de ciências.” 

A Educação em Direitos Humanos propõe atividades que vão além dos limites das salas de aula, promovendo vivências transformadoras a quem participa. Foi assim também com a Daniela, que embora conviva com um músico, não se considera uma “pessoa artística” e admite que participou com certa resistência, mas disposta a sair da sua zona de conforto. “Foi uma boa surpresa. Não vou dizer que foi fácil. Quando a gente sai da zona de conforto a gente está sendo desafiado, mas as pecinhas encaixaram, com certeza”.

Nesse ponto, Daniela, já carregava consigo outra pergunta: como eu posso fazer para plantar essa semente?

Com sensibilidade no olhar, curiosidade e interesse, Daniela enxergou a imensa oportunidade de trabalhar com os jovens a partir das ações promovidas pelo Aurora. Ela conta que enxerga o potencial dos seus alunos, reconhecendo que para educar é preciso exercitar a empatia. Por serem estudantes de uma escola particular, ela considera que a posição de privilégio em que se encontram deve ser pensada de forma crítica e, por isso, a EDH era tão importante. 

“Acho que, talvez, uma das chaves da gente conseguir educar em direitos humanos é justamente a empatia. Trazer essa habilidade para os jovens, para que consigam escutar uma história levando em consideração o aspecto da humanidade.”

Ela acredita que essas ações que realiza e participa com o Aurora gera uma “luzinha” capaz de estimular os jovens a enxergarem um mundo para além das suas zonas de conforto.

Essa “luzinha” do Aurora tem sido capaz de furar bolhas. 

Apoie o Instituto Aurora

Daniela encontrou em nossas ações oportunidades para transformar a realidade dos seus jovens alunos, em uma parceria que é um orgulho para nós. E, assim como a Daniela, temos outras histórias ainda para contar sobre esses parceiros e voluntárias que, como disse ela mesma disse, espalham essa semente em prol de uma transformação social.

Se o nosso propósito e a nossa atuação também fazem sentido para você, seja uma madrinha ou um padrinho do Aurora e faça sua contribuição pelo link: http://bit.ly/somosaurora_2021

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Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
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Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
Liberdade de pensamento: você tem?
As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
Liberdade de pensamento: você tem?
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Formações customizadas
Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
Formações customizadas
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Consultoria em promoção de diversidade
Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
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Minha empresa quer doar

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    [caldera_form id="CF5f3eb06356163"]
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
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    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitos humanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
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    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
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    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
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    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
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    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
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    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
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    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
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    Testimony of a Teacher from Campo Largo
    In 2022, our school was threatened with a mass attack. Staff members found a piece of paper stating the day and time when the attack would take place (11/08 at 11 a.m.). There was also a note posted on the inside doors of both the female and male restrooms. As school administrators, we filed a police report at the station and informed the education department. From that point on, all other actions were coordinated by the police and the department. The situation caused panic within the school environment. Students began to experience daily anxiety and panic attacks. Many parents stopped sending their children to school. Other parents from the community organized parallel WhatsApp groups, spreading even more fear and suggesting actions that we should take. We sporadically received police patrols, who would enter the school, walk through the premises, and then leave. Those were days of horror. On the day of the threat, the municipal guard maintained surveillance at the front gate, and we had only 56 students attending across the morning and afternoon shifts. Only one teacher did not come to work due to psychological reasons. No other staff members were absent. We emphasize that the note was found in the restroom on Monday, October 31, 2022, after the second round of the elections. Because of this, many people associated the note with political motives. The police ruled out that possibility. In the end, on the 8th, there were no incidents. The following week was calmer, and we carried on. However, this is yet another trauma in our professional careers that we must endure, without any attentive or caring response from the authorities. Instead, additional pressures were added—other threats in the form of pedagogical demands—and new fears.
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Who are you in the decade of action?
    We know that we need to act in the present in order to live in a better world tomorrow. But what, after all, is this better world? Is it possible to build it? Who will do it? In a dynamic and interactive way, participants will be encouraged to reflect on their belief systems and to experience the concept of social justice. Each person will be able to recognize their own potential and take responsibility for their actions.
    Quem é você na Década da Ação?
    Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
    Bridges or walls: what have you been building?
    In a world of deconstruction, let us be builders. This idea was decisive in the creation of Instituto Aurora, which is why we share this message. Through a blend of life stories and group interaction, the principles of nonviolent communication and the possibility of being empathetic are presented, culminating in a symbolic act of collective construction.
    Pontes ou muros: o que você têm construído?
    Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
    Freedom of thought: do you have it?
    Projections for the 21st century point to the exponential growth of artificial intelligence and its presence in our daily lives. Have you ever wondered what machines have been learning about humanity and life in society? And how does this return to us, impacting the way we read and understand the world? It is time to discuss what kinds of data have been feeding the machines, because this is already influencing the future we are building.
    Liberdade de pensamento: você tem?
    As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
    Customized Training Programs
    Our training programs address topics related to the understanding of human rights in an interdisciplinary way, applied to people’s everyday lives—regardless of their field of work—and tailored to the needs of those who choose this service.
    Formações customizadas
    Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
    Diversity Promotion Consulting
    We have observed a positive movement toward the creation of diversity committees within institutions. Through our consulting services, we can work together to design these spaces for dialogue and define strategies to strengthen a culture that upholds and guarantees human rights.
    Consultoria em promoção de diversidade
    Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
    Learning to Have Courageous Conversations about Human Rights
    In this workshop, employees will learn the basic principles of the Dialogue Circles methodology, adapted by Instituto Aurora for the corporate context.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Building a Culture of Respect and Inclusion
    In this workshop, employees will be introduced to practical strategies to strengthen organizational culture based on human rights. Using interactive methodologies, such as case studies and reflective activities, we will explore how to create a more inclusive workplace aligned with the values of respect, equity, and diversity.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    New Lenses: Expanding Perspectives on Interpersonal Relationships
    In this workshop, employees will be invited to develop a new perspective on relationships in the workplace. Through interactive activities and the sharing of personal stories, we will work with empathy as an essential tool to strengthen connections, reduce conflicts, and build a more respectful environment.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Assertive Communication: First Steps
    In this training, we use the principles of Nonviolent Communication (NVC) to teach techniques for clear, empathetic, and respectful dialogue. Employees will learn how to express their needs assertively and how to handle conflicts in a constructive way, fostering healthier and more productive relationships.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Building Interpersonal Trust
    In this workshop, we address strategies to create an environment where employees feel comfortable expressing themselves without fear of judgment. Through reflections and practices focused on genuine connection, participants will learn how to strengthen their sense of belonging and engagement within the team.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Assessment of the Company’s Human Rights Culture and Associated Psychosocial Risks
    This assessment is essential for developing an effective and customized action plan, enabling the identification of needs and the optimization of resources.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Development of a Human Rights Policy
    Having a well-structured and in-depth Human Rights Policy is essential to ensure that the company goes beyond mere regulatory compliance and truly embeds these principles into its organizational culture. A robust policy not only guides decision-making and sets guidelines for employees, suppliers, and stakeholders, but also strengthens the company’s reputation and protects it against social, environmental, and reputational risks.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoring and Evaluation of Progress
    Monitoring and evaluation are used to track the progress of the consulting process, ensuring that the actions implemented are aligned with the proposed objectives and generate real impact on the organizational culture.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    My company wants to donate

      Minha empresa quer doar
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