Tem interesse em saber mais sobre como conhecer e se capacitar nas temáticas de Direitos Humanos? Além dos conteúdos produzidos pelo Instituto Aurora, como é nosso objetivo disseminar informações sobre outras iniciativas que pensam a educação em direitos humanos, esse artigo tem como propósito a divulgação de iniciativas como o Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos (PNEC-DH). O programa, sob responsabilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, promove a formação, capacitação e aprendizado em Direitos Humanos.

Por Mariana Coelho, para o Instituto Aurora

(Foto: Jana Rizziolli)

Pensar em educação em direitos humanos é pensar em uma educação sobre, com e para os direitos humanos. Uma educação permanente, contínua, global, voltada à mudança cultural e para atingir corações e mentes. Uma educação antirracista, em prol da democracia e do bem comum.  Ou seja, é pensar em formas de estudar e se familiarizar com a temática de direitos humanos, seja na escola, seja com a educação não formal, seja na atuação diária em movimentos sociais, extensões, e atuações profissionais.

Isso porque a educação em direitos humanos precisa estar presente em nosso cotidiano para que sejamos defensoras e defensores de direitos humanos e saibamos dos nossos direitos, como defendê-los e como impedir retrocessos em nossas conquistas históricas de direitos, através das lutas populares. 

O Instituto Aurora tem como missão a educação em direitos humanos, ampliando a compreensão do tema e promovendo diálogos para o reconhecimento das diferenças e a construção da paz. Neste artigo, vamos abordar a questão do Programa  Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos (PNEC-DH). Você sabia que ele existe?

“Nossa sociedade só perceberá – e, mesmo assim, gradualmente – a necessidade de se reconhecer, defender e promover os direitos humanos de todos, a partir de dois movimentos: 1. A organização do povo, pela base, para exigir do Estado, a garantia real dos direitos fundamentais, segurança, educação, saúde, acesso à justiça e aos bens culturais, moradia, emprego e salário justo, seguridade social etc. 2. Uma vigorosa campanha de esclarecimento, nos meios de comunicação, do significado dos direitos humanos, associados à justiça social e à democracia, e um compromisso com a educação em direitos humanos e em outros espaços públicos, desde já”.

Maria Victoria Benevides, 12- Direitos humanos: desafios para o século XXI, em Educação em Direitos Humanos: fundamentos teórico-metodológicos.

O que vamos abordar neste artigo:

Publicado em 13/09/2023.

O que é o Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos (PNEC-DH)?

De acordo com a Portaria nº 4063, de 20 de dezembro de 2021, foi instituído o Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos (PNEC-DH), no âmbito do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. De acordo com o artigo 1º desta portaria, entende-se que o PNEC-DH estabelece objetivos, diretrizes e mecanismos voltados à promoção do conhecimento e da formação em direitos humanos por meio da educação não-formal. Tal programa constituiu-se de um catálogo de cursos na modalidade de educação a distância sobre temas de Direitos Humanos para um público diverso, sendo, pois, uma ótima forma de conhecer e se atualizar sobre a importância da temática dos Direitos Humanos.

Os artigos da portaria também fazem uma importante diferenciação entre o que é educação em direitos humanos, o que é educação continuada, e o que é educação não-formal:

  • Educação em direitos humanos: o uso de concepções e práticas educativas fundadas nos Direitos Humanos e em seus processos de promoção, proteção, defesa e aplicação na vida cotidiana e cidadã de sujeitos de direitos e de responsabilidades individuais e coletivas, em conformidade ao disposto nas Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos, por meio da Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012;
  • Educação continuada: um processo baseado na necessidade de aprendizagem contínua, que possibilita a aquisição de conhecimentos em questões específicas e globais e o desenvolvimento de habilidades;
  • Educação não-formal: a aquisição e produção de conhecimento além de escolas e instituições de ensino, que inclui a qualificação para o trabalho, a adoção e o exercício de práticas voltadas para a comunidade.

No artigo 3º da Portaria, estão descritos os objetivos do PNEC-DH:

  • a) a produção, promoção, atualização e divulgação dos cursos sobre temas de direitos humanos para público diverso e em linguagem acessível,
  • b) a capacitação e qualificação de profissionais que atuam direta ou indiretamente com temas de direitos humanos,
  • c) o aprimoramento e execução de serviços e políticas públicas por meio da formação em direitos humanos,
  • d) e a contribuição para a redução de desigualdades em formação e capacitação em direitos humanos de servidores e agentes públicos nos níveis federal, estadual, municipal e no Distrito Federal.

Tais objetivos estão diretamente ligados com os objetivos da República do artigo 1º da Constituição, dentre eles a erradicação da pobreza e marginalização e a redução das desigualdades sociais e regionais (artigo 3º, III, CRFB/88).

Quem pode fazer os cursos do PNEC-DH?

Os cursos do programa são indicados para os mais diversos públicos, incluindo servidores públicos, estudantes, representantes de movimentos sociais e organizações da sociedade civil e pessoas interessadas na temática. Além disso, os cursos são gratuitos e certificados pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap). É importante levar conhecimento de qualidade sobre a educação em direitos humanos para todas as pessoas, de forma acessível e com linguagem inclusiva, a fim de que se atinja os objetivos de construção de uma educação e cultura sobre, com e para os direitos humanos.

Quais cursos estão disponíveis no  Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos?

Os cursos do programa, que são produzidos e atualizados anualmente e conforme disponibilidade orçamentária, tem como temas as demandas de unidades do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, outros órgãos do Poder Executivo Federal e decorrente de diálogo com outros órgãos e entes da Federação para identificar temas úteis e necessários para a formação, capacitação e qualificação em direitos humanos de público diverso.

Cabe ressaltar que, com a transição de governo e a criação de novos Ministérios, dentre eles o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, continuam existindo os cursos disponibilizados pela Escola Virtual do Governo em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, denominação dada na gestão anterior. Houve também o lançamento da comunidade “Direitos Humanos em pauta – comunidade MDHC”, no whatsapp. 

Os cursos que já estavam disponibilizados na plataforma e que inauguraram o PNEC-DH foram:

  • “Educação em Direitos Humanos”, com 30 horas-aula, que trata de aspectos históricos, tratados internacionais, políticas públicas brasileiras e o atual status da Educação em Direitos Humanos no País;
  • “Direitos Humanos: Uma Declaração Universal”, com 20 horas-aula, que celebra os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e analisa a importância do documento, seu conteúdo e as garantias fundamentais que ele estabelece; e
  • “Promoção e Defesa dos Direitos LGBT”, com 30 horas-aula, trata da promoção e defesa dos principais direitos da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, como direitos ao corpo e saúde, educação, trabalho e renda, além dos fundamentos da identidade de gênero e orientação afetivo-sexual.

Com a criação do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, no governo Lula de 2023, foi fundado o curso “Direitos Humanos e Saúde Mental”, um curso permanente organizado em parceria com o “Desinstitute”, uma organização da sociedade civil com atuação no Brasil e América Latina, com o objetivo de oferecer formação sobre os princípios e normas de direitos humanos que devem reger os cuidados de saúde das pessoas com transtorno mental.

Ou seja, o programa, lançado na gestão passada, é uma iniciativa de formação continuada de educação em direitos humanos que, além de mantido, será aprimorado, e repleto de novidades, como os novos cursos, a comunidade digital e outras iniciativas como aplicativo “Clique Cidadania”, aplicativo para os telefones de sistema Android, que oferece informações e orientações atualizadas sobre direitos humanos, assistência social, educação, saúde, trabalho, entre outros. 

Além desse, também foi lançado o curso “Promoção e defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+”, com o intuito de fortalecer a cultura de direitos humanos, a partir do reconhecimento, valorização e respeito à diversidade, buscando compreender os principais desafios vivenciados por pessoas LGBTQIA+. Todos os cursos são feitos em parceria com a Escola Virtual do Governo.

Os cursos do Programa contemplam a Escola Nacional de Direitos Humanos, a Escola Nacional da Família, Escola Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente e a Escola Nacional de Socioeducação.

Essas, respectivamente, disponibilizam cursos sobre as diversas temáticas associadas à política nacional de direitos humanos e seu conjunto abrangente de públicos, dentre eles pessoas com deficiências e povos e comunidades tradicionais; cursos de formação de pais / responsáveis e profissionais interessados na temática da educação; cursos de formação de pais / responsáveis, conselheiros tutelares e demais profissionais interessados em temáticas relacionadas aos direitos da criança e adolescente, e cursos e formação de profissionais interessados em temáticas relacionadas ao Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

Qual a importância do Programa Nacional de Educação Continuada em Direitos Humanos?

Essa iniciativa é extremamente importante porque estimula o conhecimento e a disseminação de estudos e conteúdos sobre educação em direitos humanos. Ainda mais por ter sido pensada no ano de comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, pensar a educação e reflexão sobre o que são e promovê-los é uma missão fundamental e que precisa ser constantemente revista para que seja melhor implementada.

Principalmente por ser uma modalidade de ensino à distância e garantir o acesso a pessoas de diferentes regiões e realidades, o programa e as iniciativas recentes de educação em direitos humanos promovidas a nível federal são essenciais para a capacitação, qualificação e ação de profissionais, e principalmente cidadãos e cidadãs críticos e conscientes de seus direitos. 

Além dos cursos, o programa contempla a “Plataforma de Interação Social em Direitos Humanos”, que reúne, em um mesmo ambiente, iniciativas do Ministério destinadas  formação, capacitação e qualificação de cidadãos e cidadãs nas temáticas relativas aos direitos humanos, e oportunidades de participação social em conselhos de direitos, conferências nacionais e fundos públicos da política nacional de direitos humanos, que é uma das formas mais legítimas de garantir participação social na construção de políticas públicas. 

As iniciativas de participação social compreendem:

  • I) os Conselhos de Direitos, que são espaços permanentes de participação social, compostos por representantes governamentais e da sociedade civil,
  • II) a Conferência de Políticas Públicas, que representa encontros de participação de representantes governamentais e não governamentais para discussão e tomada de decisão sobre determinada política pública, e
  • III) Fundos Públicos, que são fundos aptos a receber recursos financeiros doados por pessoas físicas e jurídicas para promoção de direitos. 

Além de tais iniciativas, ressaltamos as produções do Instituto Aurora como organização preocupada com a educação em direitos humanos e que lançou o “Panorama da Educação em Direitos Humanos no Brasil”, que apresenta um olhar intrigado para compreender como a institucionalização da Educação em Direitos Humanos foi pensada nos biênios 2019-2020 e 2021-2022. É uma pesquisa que foi pensada para aprofundar os dados de como é feita a Educação em Direitos Humanos na prática dos órgãos públicos.

Como resultado da pesquisa, criou-se um banco de dados sobre a EDH no Brasil, que apresenta dados dos estados brasileiros, em fácil visualização, sobre o grau de institucionalização da EDH analisados em três aspectos: documento orientador, órgão de governo e órgão colegiado. Também é possível acessar informações detalhadas sobre os órgãos públicos que atuam com EDH, como temas principais, políticas, ações e orçamento. 

O Instituto Aurora tem como missão promover e defender a Educação em Direitos Humanos, e nossas ações estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

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Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
Liberdade de pensamento: você tem?
As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
Liberdade de pensamento: você tem?
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Formações customizadas
Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
Formações customizadas
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Consultoria em promoção de diversidade
Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
Consultoria em promoção de diversidade
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Minha empresa quer doar

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    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Depoimento de professora de Campo Largo
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    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitos humanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
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    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
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    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
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    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
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    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    Testimony of a Teacher from Campo Largo
    In 2022, our school was threatened with a mass attack. Staff members found a piece of paper stating the day and time when the attack would take place (11/08 at 11 a.m.). There was also a note posted on the inside doors of both the female and male restrooms. As school administrators, we filed a police report at the station and informed the education department. From that point on, all other actions were coordinated by the police and the department. The situation caused panic within the school environment. Students began to experience daily anxiety and panic attacks. Many parents stopped sending their children to school. Other parents from the community organized parallel WhatsApp groups, spreading even more fear and suggesting actions that we should take. We sporadically received police patrols, who would enter the school, walk through the premises, and then leave. Those were days of horror. On the day of the threat, the municipal guard maintained surveillance at the front gate, and we had only 56 students attending across the morning and afternoon shifts. Only one teacher did not come to work due to psychological reasons. No other staff members were absent. We emphasize that the note was found in the restroom on Monday, October 31, 2022, after the second round of the elections. Because of this, many people associated the note with political motives. The police ruled out that possibility. In the end, on the 8th, there were no incidents. The following week was calmer, and we carried on. However, this is yet another trauma in our professional careers that we must endure, without any attentive or caring response from the authorities. Instead, additional pressures were added—other threats in the form of pedagogical demands—and new fears.
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Who are you in the decade of action?
    We know that we need to act in the present in order to live in a better world tomorrow. But what, after all, is this better world? Is it possible to build it? Who will do it? In a dynamic and interactive way, participants will be encouraged to reflect on their belief systems and to experience the concept of social justice. Each person will be able to recognize their own potential and take responsibility for their actions.
    Quem é você na Década da Ação?
    Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
    Bridges or walls: what have you been building?
    In a world of deconstruction, let us be builders. This idea was decisive in the creation of Instituto Aurora, which is why we share this message. Through a blend of life stories and group interaction, the principles of nonviolent communication and the possibility of being empathetic are presented, culminating in a symbolic act of collective construction.
    Pontes ou muros: o que você têm construído?
    Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
    Freedom of thought: do you have it?
    Projections for the 21st century point to the exponential growth of artificial intelligence and its presence in our daily lives. Have you ever wondered what machines have been learning about humanity and life in society? And how does this return to us, impacting the way we read and understand the world? It is time to discuss what kinds of data have been feeding the machines, because this is already influencing the future we are building.
    Liberdade de pensamento: você tem?
    As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
    Customized Training Programs
    Our training programs address topics related to the understanding of human rights in an interdisciplinary way, applied to people’s everyday lives—regardless of their field of work—and tailored to the needs of those who choose this service.
    Formações customizadas
    Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
    Diversity Promotion Consulting
    We have observed a positive movement toward the creation of diversity committees within institutions. Through our consulting services, we can work together to design these spaces for dialogue and define strategies to strengthen a culture that upholds and guarantees human rights.
    Consultoria em promoção de diversidade
    Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
    Learning to Have Courageous Conversations about Human Rights
    In this workshop, employees will learn the basic principles of the Dialogue Circles methodology, adapted by Instituto Aurora for the corporate context.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Building a Culture of Respect and Inclusion
    In this workshop, employees will be introduced to practical strategies to strengthen organizational culture based on human rights. Using interactive methodologies, such as case studies and reflective activities, we will explore how to create a more inclusive workplace aligned with the values of respect, equity, and diversity.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    New Lenses: Expanding Perspectives on Interpersonal Relationships
    In this workshop, employees will be invited to develop a new perspective on relationships in the workplace. Through interactive activities and the sharing of personal stories, we will work with empathy as an essential tool to strengthen connections, reduce conflicts, and build a more respectful environment.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Assertive Communication: First Steps
    In this training, we use the principles of Nonviolent Communication (NVC) to teach techniques for clear, empathetic, and respectful dialogue. Employees will learn how to express their needs assertively and how to handle conflicts in a constructive way, fostering healthier and more productive relationships.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Building Interpersonal Trust
    In this workshop, we address strategies to create an environment where employees feel comfortable expressing themselves without fear of judgment. Through reflections and practices focused on genuine connection, participants will learn how to strengthen their sense of belonging and engagement within the team.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Assessment of the Company’s Human Rights Culture and Associated Psychosocial Risks
    This assessment is essential for developing an effective and customized action plan, enabling the identification of needs and the optimization of resources.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Development of a Human Rights Policy
    Having a well-structured and in-depth Human Rights Policy is essential to ensure that the company goes beyond mere regulatory compliance and truly embeds these principles into its organizational culture. A robust policy not only guides decision-making and sets guidelines for employees, suppliers, and stakeholders, but also strengthens the company’s reputation and protects it against social, environmental, and reputational risks.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoring and Evaluation of Progress
    Monitoring and evaluation are used to track the progress of the consulting process, ensuring that the actions implemented are aligned with the proposed objectives and generate real impact on the organizational culture.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    My company wants to donate

      Minha empresa quer doar
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