Os estereótipos que levam à maternidade compulsória passam pela crença de que somente se é uma mulher de verdade quando se é mãe. Como desmistificar esta questão para que a maternidade possa ser, de fato, uma escolha?

Por Gabriela de Lucca, para o Instituto Aurora

Outro dia, ao passear pelas redes sociais, um relato chamou muito a atenção para a questão da maternidade compulsória. Uma mulher, em seu Instagram, expôs seu incômodo em ser, quase que diariamente, questionada sobre o porquê de ainda não ser mãe, especialmente por já ser casada há algum tempo.

Ao ler seu desabafo, surge a reflexão sobre o quanto ainda estamos presos, como sociedade, nesse estereótipo de que uma mulher precisa ser mãe para, de certa forma, cumprir com o seu propósito de vida. De fato, parece que o passo a passo da vida adulta de uma mulher já está definido desde o seu nascimento: primeiro o casamento e, depois, a maternidade. Qualquer mudança no percurso ou inversão dessa ordem é socialmente inaceitável.

Prova disso, inclusive, é a disposição legal, na Lei n. 9.263/96 (lei do planejamento familiar), de que a laqueadura ou a vasectomia, na vigência de um casamento, deve ser consentida expressamente pelo outro cônjuge.

Como o direito é um reflexo da sociedade, fica nítido, por meio da leitura da mencionada lei, que um casamento sem filhos é visto como algo extremamente excepcional e, até mesmo, anormal. Por isso, não se é possível, para alguns, ver uma mulher casada e bem sucedida – como a moça do Instagram – e não questionar a ausência de planos para uma gravidez próxima. 

Não se cogita sobre a possibilidade da mulher não querer ser mãe, parecendo inconcebível que isso possa eventualmente passar pela cabeça dela, como se a maternidade fosse uma obrigação. 

 Mas não é. 

Um breve histórico sobre a maternidade

“Não há mãe ‘desnaturada’, posto que o amor materno nada tem de natural; (…) Não há nisso nenhum ‘instinto materno’ inato e misterioso. A menina constata que o cuidado das crianças cabe à mãe, é o que lhes ensinam; relatos ouvidos, livros lidos, toda a sua pequena experiência o confirma; encorajam-na a encantar-se com essas riquezas futuras, dão-lhe bonecas para que tais riquezas assumam desde logo um aspecto tangível. Sua ‘vocação’ é imperiosamente ditada a ela”

Simone de Beauvoir

Elisabeth Badinter, no livro “Um Amor Conquistado – o mito do amor materno”, afirma que o “instinto materno” é um termo moderno. Segundo ela, antigamente, o apego emocional entre as mulheres e seus filhos não era estimulado, muito em razão da alta mortalidade infantil.

A maternidade compulsória, contudo, teve mais força a partir do século XVIII, ganhando maior disseminação com a filosofia de alguns pensadores. Sobre isso, Jean-Jacques Rousseau foi um dos primeiros autores a teorizar sobre o tema, chegando ao ponto de delinear quais seriam as características que uma mulher deveria ter para ser uma boa mãe e reforçando que as que recusassem a maternidade não seriam mulheres “de verdade”. 

Outros autores da época falavam, ainda, na “mãe normalmente devotada”, ou seja, aquela que tem a capacidade de se preocupar com os filhos em primeiro lugar, excluindo qualquer outro interesse ou prioridade.

O movimento feminista, logicamente, veio a questionar a maternidade compulsória, afirmando que o tão falado “instinto materno” tratava-se de uma forma de persuadir as mulheres a executarem o trabalho doméstico, sempre visto como impróprio ao homem. 

De fato, alimentar mitos como o do amor e do instinto materno acabava por isentar os homens da obrigação de contribuir significativamente com a criação dos filhos.

É importante aqui destacar que isso não se trata de “invenções” do movimento feministas ou teorias da conspiração. Essa realidade é palpável e pode ser mensurada por meio de dados. 

Através de pesquisa realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2012, constatou-se que existem quase 5,5 milhões de brasileiros sem o nome do pai na certidão de nascimento. Segundo o IBGE, entre 2005 e 2015, o Brasil ganhou mais de 1 milhão de famílias formadas por mães solos

Essa obrigação atribuída à mãe de ficar e “chefiar” a família após o sumiço dos pais deixa evidente a ausência de escolha da mulher no processo da maternidade.

O acesso à informação e a métodos contraceptivos nem sempre é tão simples quanto parece, e, além disso, ainda hoje podemos enxergar os reflexos da construção histórica na vida das mulheres, como com a questão da maternidade compulsória. A pressão exercida na mulher para ter filhos acaba por criar nela a falsa ideia de que, caso não cumpra com esse propósito, não será completa, perfeita ou feliz. 

Rompimento com os estereótipos da maternidade compulsória

Assim como a moça do Instagram, cerca de 35% das mulheres que afirmam que não são mães ou que não desejam ser mães sofreram algum tipo de pré-conceito ou pré-julgamento. Isso acontece porque temos essa crença enraizada na sociedade de que uma mulher somente será completa caso seja mãe. 

Os estereótipos reforçam essas crenças e impedem que tenhamos a consciência de que a maternidade é uma escolha que vai muito além da geração de um filho, e envolve grandes responsabilidades e sacrifícios na vida de uma mulher. 

Nesse sentido, é extremamente necessário que se evite romantizar o processo materno. Dizemos isso porque ainda existe grande romantização acerca da gravidez e do parto, sendo poucas as pessoas que relatam abertamente sua experiência real. O silêncio sobre os desafios e as dificuldades se dá, especialmente, por medo do julgamento externo ou por culpa, já que muitas vezes assumir o que se está realmente sentindo pode ser confundido com ausência de gratidão ou amor em relação aos filhos. 

Essa omissão dos sentimentos e dos desafios pode acabar por causar intenso sofrimento psicológico às mães e, ainda, desenvolver um sentimento de solidão. Segundo a OMS, a depressão materna atinge 19,8% das mulheres no mundo entre 6 e 18 meses após o parto e é mais comum entre as mulheres de baixa renda.

Para mudar esse paradigma é necessário que mais mulheres relatem suas experiências reais. Hoje, por meio das redes sociais, é possível encontrar grupos e fóruns que possibilitam essa troca de experiências e desmistificam a exigência de perfeição. É com esse propósito, inclusive, que surgiu o movimento “maternidade real”, que busca pela maternidade possível.

Escolha e empoderamento

Ao encarar a maternidade como uma escolha, que – como todas as outras – envolve sacrifícios, desafios e aprendizados, possibilita-se o empoderamento das mulheres e o combate mais efetivo à desigualdade de gênero. Essa é, inclusive, a proposta do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 5 (ODS 5), desenvolvido no âmbito da ONU.

De fato, o empoderamento através do conhecimento e dos Direitos Humanos é que faz com que o Instituto Aurora exista e continue com seus trabalhos. Isso é de grande importância para nós. Por isso, te convidamos a refletir hoje, sem qualquer culpa ou peso, sobre esse tema tão importante e necessário de ser falado. 

Caso você queira conhecer melhor nosso trabalho, aproveite para navegar pela seção Quem Somos aqui do site.

Leia mais:

>> Aposentadoria para mães: A importância de pensarmos na aposentadoria por cuidados maternos

>> O Dia Internacional da Mulher e a sua importância para o fortalecimento das políticas de gênero

>> Por que apoiar a pauta de gênero nas escolas?

>> Pobreza menstrual: O que a menstruação tem a ver com a justiça e a inclusão social?

Algumas referências que usamos neste artigo:

Mães reais, um retrato da maternidade no Brasil

Instinto materno e maternidade compulsória: por que isso deve ser repensado? | iG

A não maternidade por opção: depoimentos de mulheres que não querem ter filhos | Periódicos UFPB

LEI Nº 9.263, DE 12 DE JANEIRO DE 1996.

Objetivos de desenvolvimento sustentável – 5. Igualdade de Gênero | Ipea

Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
Quem é você na Década da Ação?
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A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
A vitória é de quem?
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Liberdade de pensamento: você tem?
As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
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Formações customizadas
Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
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Consultoria em promoção de diversidade
Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
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Minha empresa quer doar

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    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
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    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitos humanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
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    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
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    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
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    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
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    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
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    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
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    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
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    Testimony of a Teacher from Campo Largo
    In 2022, our school was threatened with a mass attack. Staff members found a piece of paper stating the day and time when the attack would take place (11/08 at 11 a.m.). There was also a note posted on the inside doors of both the female and male restrooms. As school administrators, we filed a police report at the station and informed the education department. From that point on, all other actions were coordinated by the police and the department. The situation caused panic within the school environment. Students began to experience daily anxiety and panic attacks. Many parents stopped sending their children to school. Other parents from the community organized parallel WhatsApp groups, spreading even more fear and suggesting actions that we should take. We sporadically received police patrols, who would enter the school, walk through the premises, and then leave. Those were days of horror. On the day of the threat, the municipal guard maintained surveillance at the front gate, and we had only 56 students attending across the morning and afternoon shifts. Only one teacher did not come to work due to psychological reasons. No other staff members were absent. We emphasize that the note was found in the restroom on Monday, October 31, 2022, after the second round of the elections. Because of this, many people associated the note with political motives. The police ruled out that possibility. In the end, on the 8th, there were no incidents. The following week was calmer, and we carried on. However, this is yet another trauma in our professional careers that we must endure, without any attentive or caring response from the authorities. Instead, additional pressures were added—other threats in the form of pedagogical demands—and new fears.
    Depoimento de professora de Campo Largo
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    Who are you in the decade of action?
    We know that we need to act in the present in order to live in a better world tomorrow. But what, after all, is this better world? Is it possible to build it? Who will do it? In a dynamic and interactive way, participants will be encouraged to reflect on their belief systems and to experience the concept of social justice. Each person will be able to recognize their own potential and take responsibility for their actions.
    Quem é você na Década da Ação?
    Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
    Bridges or walls: what have you been building?
    In a world of deconstruction, let us be builders. This idea was decisive in the creation of Instituto Aurora, which is why we share this message. Through a blend of life stories and group interaction, the principles of nonviolent communication and the possibility of being empathetic are presented, culminating in a symbolic act of collective construction.
    Pontes ou muros: o que você têm construído?
    Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
    Freedom of thought: do you have it?
    Projections for the 21st century point to the exponential growth of artificial intelligence and its presence in our daily lives. Have you ever wondered what machines have been learning about humanity and life in society? And how does this return to us, impacting the way we read and understand the world? It is time to discuss what kinds of data have been feeding the machines, because this is already influencing the future we are building.
    Liberdade de pensamento: você tem?
    As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
    Customized Training Programs
    Our training programs address topics related to the understanding of human rights in an interdisciplinary way, applied to people’s everyday lives—regardless of their field of work—and tailored to the needs of those who choose this service.
    Formações customizadas
    Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
    Diversity Promotion Consulting
    We have observed a positive movement toward the creation of diversity committees within institutions. Through our consulting services, we can work together to design these spaces for dialogue and define strategies to strengthen a culture that upholds and guarantees human rights.
    Consultoria em promoção de diversidade
    Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
    Learning to Have Courageous Conversations about Human Rights
    In this workshop, employees will learn the basic principles of the Dialogue Circles methodology, adapted by Instituto Aurora for the corporate context.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Building a Culture of Respect and Inclusion
    In this workshop, employees will be introduced to practical strategies to strengthen organizational culture based on human rights. Using interactive methodologies, such as case studies and reflective activities, we will explore how to create a more inclusive workplace aligned with the values of respect, equity, and diversity.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    New Lenses: Expanding Perspectives on Interpersonal Relationships
    In this workshop, employees will be invited to develop a new perspective on relationships in the workplace. Through interactive activities and the sharing of personal stories, we will work with empathy as an essential tool to strengthen connections, reduce conflicts, and build a more respectful environment.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Assertive Communication: First Steps
    In this training, we use the principles of Nonviolent Communication (NVC) to teach techniques for clear, empathetic, and respectful dialogue. Employees will learn how to express their needs assertively and how to handle conflicts in a constructive way, fostering healthier and more productive relationships.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Building Interpersonal Trust
    In this workshop, we address strategies to create an environment where employees feel comfortable expressing themselves without fear of judgment. Through reflections and practices focused on genuine connection, participants will learn how to strengthen their sense of belonging and engagement within the team.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Assessment of the Company’s Human Rights Culture and Associated Psychosocial Risks
    This assessment is essential for developing an effective and customized action plan, enabling the identification of needs and the optimization of resources.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Development of a Human Rights Policy
    Having a well-structured and in-depth Human Rights Policy is essential to ensure that the company goes beyond mere regulatory compliance and truly embeds these principles into its organizational culture. A robust policy not only guides decision-making and sets guidelines for employees, suppliers, and stakeholders, but also strengthens the company’s reputation and protects it against social, environmental, and reputational risks.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoring and Evaluation of Progress
    Monitoring and evaluation are used to track the progress of the consulting process, ensuring that the actions implemented are aligned with the proposed objectives and generate real impact on the organizational culture.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
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