Conheça os círculos de construção de paz, prática vinculada à Justiça Restaurativa, e como a sua aplicação tem reforçado uma cultura de direitos humanos

Por Michele Bravos, para o Instituto Aurora

(Foto: Carol Castanho)

Ao sentarmos em círculo, o primeiro ensinamento que temos é que cada pessoa importa, é valorizada e é vista pelo grupo. Mesmo sem uma metodologia, experimente sentar em círculo, seja com um grupo grande ou pequeno. Com todas as pessoas no mesmo nível, com todas podendo se ver umas nos olhos das outras. Isso, simplesmente isso, é transformador.

Quando falamos em direitos humanos, em geral, parece sempre ser algo bastante distante do nosso dia a dia e dos nossos relacionamentos. Mas, é possível entendermos direitos humanos por uma perspectiva multi e transdisciplinar, expandindo a nossa compreensão dessa área para além da abordagem jurídica. Nessa proposta, direitos humanos já não se restringe a uma lista de direitos básicos que garantem vida digna às pessoas ou aos documentos que afirmam tais direitos e garantias, como a Declaração Universal de Direitos Humanos, a nossa Constituição Federal e tratados internacionais. 

Ampliando essa compreensão, nós passamos a perceber que, tais direitos, ao falarem sobre pessoas, podem ser compreendidos também pelo viés social, do reconhecimento mútuo de cada indivíduo, da valorização da sua existência, com todas as particularidades de sua identidade. Podemos refletir sobre direitos humanos pela perspectiva das relações humanas. Por que não falar de direitos humanos a partir da distribuição de poder nas nossas relações? Ou, ainda, pelo viés da empatia? 

É essa abordagem que direciona o Instituto Aurora para Educação em Direitos Humanos para ter como filosofia condutora de suas atividades a Justiça Restaurativa, que está totalmente associada aos círculos de construção de paz, como veremos a seguir. 

O que vamos abordar neste artigo:

Publicado em 05/05/2021.

E o que são os círculos de construção de paz?

A metodologia dos círculos de construção de paz é uma sistematização de uma prática de relacionamento interpessoal ancestral, que nos aponta para a democracia participativa e está baseada na horizontalidade das relações, nas capacidades e potencialidades individuais e na força da comunidade. 

É comum vincularmos essa metodologia à pesquisadora Kay Pranis e, frequentemente, você ouvirá dizer que Kay Pranis inventou os círculos de construção de paz. Mas, é mais assertivo dizer que ela sistematizou a metodologia. 

Você falou “ancestral”? 

Os círculos de construção de paz integram o que chamamos de processos circulares. Dentro desse conceito estão outras metodologias que partem dos mesmos fundamentos ancestrais que serão mencionados aqui. Outras metodologias que compõem os processos circulares são: os círculos de paz e os círculos restaurativos. 

Os processos circulares têm como referência práticas de povos indígenas ao redor do mundo. No livro Processos Circulares de Construção de Paz, Kay Pranis afirma que “reunir-se numa roda para discutir questões comunitárias importantes é algo que faz parte das raízes tribais da maioria dos povos”. Ela ainda lembra que pessoas não-indígenas devem ter gratidão pelo legado desses povos. “Essas práticas são cultivadas entre povos indígenas do mundo todo e temos em relação a elas uma profunda dívida de gratidão, pois mantiveram vivas práticas que vieram a ser fonte de sabedoria e inspiração para as nossas culturas ocidentais modernas”, diz Kay. Vale destacar que os processos circulares especificamente com abordagem restaurativa remontam às práticas dos indígenas do Canadá, na América do Norte. 

Em Justiça, Crime e Ética (infelizmente, sem tradução para o português) veremos que o fundamento desses processos circulares realizados pelos indígenas do Canadá está em reunir o ofensor, a vítima, membros da comunidade e alguém que represente uma figura de juiz da comunidade ou ainda uma pessoa de idade avançada por quem todos tenham respeito. Em círculo, todos os participantes teriam igual poder de fala com a finalidade de se chegar em um consenso e transformar o conflito que os reuniu

O que isso tem a ver com a Justiça Restaurativa?

Os círculos de construção de paz estão inseridos na filosofia da Justiça Restaurativa, um conceito apresentado por Howard Zehr e que começou a ganhar repercussão pública na década de 1990. Assim como os círculos de construção de paz não foram inventados por Kay Pranis, a Justiça Restaurativa não foi inventada por Howard Zehr. Mas, Zehr, desde 1970 vinha observando práticas e programas que visavam dar conta das lacunas do poder judiciário tradicional. A visão moderna sobre Justiça Restaurativa remonta a esse período, mas é possível dizer que a Justiça Restaurativa como filosofia é ancestral tanto quanto os processos circulares. 

A Justiça Restaurativa, como filosofia, é um conjunto de princípios e valores que aponta para o reconhecimento dos sujeitos e a restauração das nossas rupturas sociais, ocasionadas por conflitos em âmbito privado ou público, abarcando desde uma situação de discriminação entre duas pessoas a casos de crimes contra a humanidade.

Para entender mais, recomendamos a leitura do livro Justiça Restaurativa, de Howard Zehr. 

Da Justiça Restaurativa derivam as práticas restaurativas, que podem ser: conferência familiar, mediação vítima-ofensor-comunidade e processos circulares, como círculos de paz, círculos restaurativos e círculos de construção de paz. Neste Manual de Práticas de Justiça Restaurativa (2017), elaborado pelo Departamento Penitenciário Nacional, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Ministério da Justiça e Cidadania (ministério existente em 2017), essas práticas são apresentadas de forma detalhada. 

Os tipos de círculos de construção de paz

Os círculos de construção de paz, enquanto processos circulares e práticas restaurativas, podem ser classificados como conflitivos ou não-conflitivos. Dentro dessas duas categorias, apresentamos algumas terminologias que subclassificam os círculos. Essa classificação pode ser encontrada no livro Processos Circulares de Construção de Paz, de Kay Pranis. 

Círculos Conflitivos

Os círculos de construção de paz conflitivos são aqueles aplicados em situações judicializadas, em que há ao menos um ofensor e ao menos uma vítima e em que tentarão buscar um plano de sentenciamento adequado a todos os envolvidos, tendo valor judicial. 

  • Círculo de sentenciamento: círculos realizados entre os envolvidos em um crime ou ofensa e acompanhados pelo sistema de justiça. O objetivo é chegar em um consenso que promova a autorresponsabilidade e a possibilidade de restauração dos danos apontados pela vítima.

Círculos Não-Conflitivos

Os círculos não-conflitivos são aqueles que não estão atrelados ao poder judiciário, o que não quer dizer que não possam ser aplicados em uma situação de conflito. Por exemplo, ele pode ser aplicado na transformação de um conflito entre irmãos, em um contexto familiar. Mas, além disso, esses círculos são amplamente aplicados em situações que não envolvem conflitos aparentes, com o objetivo de construir conhecimento, fortalecer as relações comunitárias, incentivar a partilha de um momento difícil na vida. 

  • Círculo de diálogo: os participantes trocam ideias sobre um determinado assunto considerando diversos pontos de vista. O objetivo é construir conhecimento de forma coletiva e estimular a reflexão. Esse círculo pode ser aplicado sem treinamento formal. 
  • Círculo de compreensão: o esforço dos participantes desse círculo está direcionado para compreender algum aspecto de um conflito, ampliando o espectro e podendo chegar nas causas de um problema. 
  • Círculo de restabelecimento: o objetivo deste círculo é partilhar a dor, gerada por um trauma ou perda. Não é uma obrigatoriedade se chegar em um plano de ajuda. 
  • Círculo de apoio: este círculo visa oferecer apoio a alguém que esteja passando por um situação de muito sofrimento ou grande transição na vida. 
  • Círculo de construção de senso comunitário: o foco está em construir e fortalecer relacionamentos entre pessoas que possuem um interesse em comum. Esse círculo pode ser útil no incentivo de ações coletivas e na promoção da corresponsabilidade (responsabilidade mútua). 
  • Círculo de reintegração: este círculo é realizado entre uma pessoa que foi afastada de sua comunidade e participantes dessa comunidade, com o objetivo de buscar uma integração. 
  • Círculo de celebração: o objetivo desse círculo é proporcionar um encontro em que uma ou várias pessoas serão celebradas por suas conquistas, evidenciando suas capacidades e a alegria de todas as pessoas pela realização.

A força das histórias de vida

O que movimenta os círculos de construção de paz e, de fato, constrói a paz são as histórias de vida compartilhadas de forma autêntica nesse espaço. São as histórias de vida que traçam um caminho de convergência para um consenso ou que desenham múltiplas possibilidades de análise sobre um tema em questão. Não são poucos os pesquisadores que nos lembram que afirmamos a nossa existência no mundo, aprendemos e nos relacionamos por meio das histórias. Para citar dois que nos inspiram muito: Yuval Noah Harari e Brené Brown!

Yuval Noah Harari nos diz que o ato de contar histórias para outros ou para nós mesmos nos ajuda a entender o mundo e uma situação que estamos vivendo. Como contar histórias faz parte do processo humano para dar sentido ao mundo e à própria vida – e nós vivemos em busca de sentido -, por vezes, contamos histórias pela metade. Inventamos algumas partes, excluímos outras. E é aí que o conflito se esconde. Nessas partes inventadas ou excluídas. 

Por isso, Brené Brown aponta a importância de não apenas contarmos uma história para outros ou nós mesmos, mas esmiuçarmos essa história, inserindo uma, duas ou quantas perguntas forem necessárias para que todas as lacunas sejam preenchidas pelos fatos e não pela nossa imaginação.

Quando participamos de uma prática de processo circular, somos conduzidas o tempo todo por perguntas. São questionamentos assertivos propostos pela facilitadora/facilitador que vão nos levando para as profundezas das nossas histórias e vão colocando em xeque as respostas pré-concebidas para as narrativas que se encontravam incompletas. 

Onde aplicar os círculos de construção de paz?

Dois grandes fatos estimularam a expansão da Justiça Restaurativa no mundo e, por consequência, das práticas restaurativas. Um deles foi em 1989, quando a Nova Zelândia pautou todo o seu sistema penal para infância e juventude com base na Justiça Restaurativa. Outro fato foi a experiência bem-sucedida com as Comissões de Verdade e Reconciliação na África do Sul, na época do pós-apartheid (1994), com o esforço de Nelson Mandela em restaurar as pessoas e as relações interpessoais de sua nação. 

Com essa expansão e considerando que a Justiça Restaurativa é uma filosofia, pessoas de diversas áreas de atuação perceberam que a busca por democracia participativa, horizontalidade, fortalecimento de capacidades individuais e comunitárias não era algo que podia ser aplicado apenas no sistema judiciário. 

Os processos circulares, assim como a Justiça Restaurativa, não nascem institucionalizados. Porque eles já existiam foram sistematizados e, posteriormente, institucionalizados. Diante disso, passamos a ver um movimento de ampliar a presença dessa filosofia e suas práticas para todas as esferas da sociedade. Hoje, além da aplicação no poder judiciário, as práticas restaurativas estão presentes em:

  • Escolas;
  • Órgãos públicos;
  • Empresas; 
  • Igrejas;
  • Hospitais;
  • Reuniões de condomínio;
  • Grupos de apoio psicológico;
  • Atendimento terapêutico;
  • Contexto familiar. 

Vale lembrar que essa lista não é imutável e, conforme a prática vai se validando e se mostrando eficaz, ela pode aumentar. 

Roda de conversa x círculo de construção de paz

As informais rodas de conversa não deixam de ser um valioso espaço para trocas, mas a metodologia dos círculos de construção de paz pressupõe cinco elementos estruturais que visam assegurar os seus princípios e valores, apontando para a democracia participativa e se baseando na horizontalidade das relações, nas capacidades e potencialidades individuais e na força da comunidade. 

Ou seja, uma roda de conversa para ser chamada de círculo de construção de paz tem que ter: 

  • Cerimônias de abertura e de fechamento do círculo: as cerimônias podem ser a leitura de um poema ou uma atividade que conecte o grupo. A finalidade das cerimônias é marcar o tempo de início e de fim desse processo pelo qual o grupo passará junto. A cerimônia de abertura representa um convite para os participantes se desligarem de preocupações externas aquele momento. E a cerimônia de encerramento celebra o esforço do grupo em ter se permitido viver os desafios apresentados durante o círculo. 
  • Orientações: são valores e combinados que ajudam a criar um espaço seguro para que todos se expressem de maneira autêntica, assim como alinhar a expectativa do grupo em relação ao que viverão naquele tempo. 
  • Objeto da palavra: esse é um objeto que passará por todas as pessoas da roda, de modo sequencial. Aquele que está em posse do objeto tem o direito de falar e os demais têm a oportunidade de escutar. O objeto da palavra é uma das formas mais palpáveis – literalmente – de garantir a distribuição de poder no grupo. 
  • Facilitador: nas palavras de Kay Pranis, é a pessoa responsável por “ajudar o grupo a acessar a sua sabedoria individual e coletiva abrindo o espaço de modo cuidadoso e monitorando a qualidade desse espaço”.
  • Processo decisório ou consensual: nem todo círculo visa chegar em um consenso ou tomada de decisão, mas aqueles que têm esse objetivo devem buscar atender às necessidades de todos os participantes. Todas as pessoas devem ter a certeza de que foram escutadas e que o consenso no qual se chegou as contempla. 

De acordo com as recomendações de Kay Pranis, uma pessoa que não fez a formação na metodologia não deve aplicar círculos complexos. No entanto, ela afirma que os círculos de diálogo podem ser aplicados por qualquer pessoa, desde que ela esteja familiarizada com a metodologia. No livro Processos Circulares de Construção de Paz, Kay explica o passo a passo de como aplicar um círculo de diálogo, mesmo se você não é uma facilitadora formada. 

Como posso me tornar facilitadora/ facilitador?

Algumas organizações oferecem a formação nos círculos de construção de paz, assim como em outras práticas restaurativas. Listamos abaixo, algumas opções: 

Ajuris – Escola Superior da Magistratura 

IIPR – Instituto Internacional de Práticas Restaurativas 

Instituto Aurora – Sim! Nós também temos oferecido a formação nos círculos de construção de paz. 
Se você ainda não é uma facilitadora, convidamos você a se inscrever em nossa newsletter para receber informações de próximas turmas.

Se você já é uma facilitadora, desenvolvemos uma oficina para pensarmos em roteiros de círculos de construção de paz. Percebemos que mesmo com a formação técnica, algumas pessoas ainda não se sentem seguras para aplicar a metodologia. Por isso, promovemos essa oficina para cocriarmos roteiros e trocarmos experiências sobre as dificuldades encontradas com públicos específicos.

Se você quer sair daqui agora e já aplicar uma ação usando essa metodologia, você precisa conhecer o Guia para Diálogos Transformadores do projeto Meu, Seu, Nosso Voto. O guia traz 8 roteiros de círculos de diálogos (aqueles que podem ser aplicados sem formação na metodologia) sobre o tema voto responsável. É uma oportunidade para você se aproximar do método e experimentar o quanto uma conversa pode ser transformadora.

Acompanhe o Instituto Aurora nas redes sociais: Instagram | Facebook | Linkedin | Youtube

Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Pontes ou muros: o que você têm construído?
Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
Quem é você na Década da Ação?
Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
A vitória é de quem?
Nessa palestra permeada pela visão de mundo delas, proporcionamos um espaço para dissipar o medo sobre palavras como: feminismo, empoderamento feminino e igualdade de gênero. Nosso objetivo é mostrar o quanto esses termos estão associados a grandes avanços que tivemos e ainda podemos ter - em um mundo em que todas as pessoas ganhem.
Liberdade de pensamento: você tem?
As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
Liberdade de pensamento: você tem?
As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
Formações customizadas
Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
Formações customizadas
Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
Consultoria em promoção de diversidade
Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
Consultoria em promoção de diversidade
Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
Minha empresa quer doar

    Minha empresa quer doar
    [caldera_form id="CF5f3eb06356163"]
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitos humanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.
    Testimony of a Teacher from Campo Largo
    In 2022, our school was threatened with a mass attack. Staff members found a piece of paper stating the day and time when the attack would take place (11/08 at 11 a.m.). There was also a note posted on the inside doors of both the female and male restrooms. As school administrators, we filed a police report at the station and informed the education department. From that point on, all other actions were coordinated by the police and the department. The situation caused panic within the school environment. Students began to experience daily anxiety and panic attacks. Many parents stopped sending their children to school. Other parents from the community organized parallel WhatsApp groups, spreading even more fear and suggesting actions that we should take. We sporadically received police patrols, who would enter the school, walk through the premises, and then leave. Those were days of horror. On the day of the threat, the municipal guard maintained surveillance at the front gate, and we had only 56 students attending across the morning and afternoon shifts. Only one teacher did not come to work due to psychological reasons. No other staff members were absent. We emphasize that the note was found in the restroom on Monday, October 31, 2022, after the second round of the elections. Because of this, many people associated the note with political motives. The police ruled out that possibility. In the end, on the 8th, there were no incidents. The following week was calmer, and we carried on. However, this is yet another trauma in our professional careers that we must endure, without any attentive or caring response from the authorities. Instead, additional pressures were added—other threats in the form of pedagogical demands—and new fears.
    Depoimento de professora de Campo Largo
    Em 2022, nosso colégio foi ameaçado de massacre. Funcionárias acharam papel em que estava escrito o dia e a hora que seria o massacre (08/11 às 11h). Também tinha recado na porta interna dos banheiros feminino e masculino. Como gestoras, fizemos o boletim de ocorrência na delegacia e comunicamos o núcleo de educação. A partir desta ação, todos as outras foram coordenadas pela polícia e pelo núcleo. No ambiente escolar gerou um pânico. Alunos começaram a ter diariamente ataque de ansiedade e pânico. Muitos pais já não enviavam os filhos para o colégio. Outros pais da comunidade organizaram grupos paralelos no whatsapp, disseminado mais terror e sugestões de ações que nós deveríamos tomar. Recebemos esporadicamente a ronda da polícia, que adentrava no colégio e fazia uma caminhada e, em seguida, saía. Foram dias de horror. No dia da ameaça, a guarda municipal fez campana no portão de entrada e tivemos apenas 56 alunos durante os turnos da manhã e tarde. Somente um professor não compareceu por motivos psicológicos. Nenhum funcionário faltou. Destacamos que o bilhete foi encontrado no banheiro, na segunda-feira, dia 31 de outubro de 2022, após o segundo turno eleitoral. Com isto, muitos estavam associando o bilhete com caráter político. A polícia descartou essa possibilidade. Enfim, no dia 08, não tivemos nenhuma ocorrência. A semana seguinte foi mais tranquila. E assim seguimos. Contudo, esse é mais um trauma na carreira para ser suportado, sem nenhum olhar de atenção e de cuidado das autoridades. Apenas acrescentamos outras ameaças (as demandas pedagógicas) e outros medos.
    Who are you in the decade of action?
    We know that we need to act in the present in order to live in a better world tomorrow. But what, after all, is this better world? Is it possible to build it? Who will do it? In a dynamic and interactive way, participants will be encouraged to reflect on their belief systems and to experience the concept of social justice. Each person will be able to recognize their own potential and take responsibility for their actions.
    Quem é você na Década da Ação?
    Sabemos que precisamos agir no presente para viver em um mundo melhor amanhã. Mas, afinal, o que é esse mundo melhor? É possível construí-lo? Quem fará isso? De forma dinâmica e interativa, os participantes serão instigados a pensar em seu sistema de crenças e a vivenciarem o conceito de justiça social. Cada pessoa poderá reconhecer suas potencialidades e assumir a sua autorresponsabilidade.
    Bridges or walls: what have you been building?
    In a world of deconstruction, let us be builders. This idea was decisive in the creation of Instituto Aurora, which is why we share this message. Through a blend of life stories and group interaction, the principles of nonviolent communication and the possibility of being empathetic are presented, culminating in a symbolic act of collective construction.
    Pontes ou muros: o que você têm construído?
    Em um mundo de desconstrução, sejamos construtores. Essa ideia foi determinante para o surgimento do Instituto Aurora e por isso compartilhamos essa mensagem. Em uma mescla de história de vida e interação com o grupo, são apresentados os princípios da comunicação não-violenta e da possibilidade de sermos empáticos, culminando em um ato simbólico de uma construção coletiva.
    Freedom of thought: do you have it?
    Projections for the 21st century point to the exponential growth of artificial intelligence and its presence in our daily lives. Have you ever wondered what machines have been learning about humanity and life in society? And how does this return to us, impacting the way we read and understand the world? It is time to discuss what kinds of data have been feeding the machines, because this is already influencing the future we are building.
    Liberdade de pensamento: você tem?
    As projeções para o século XXI apontam para o exponencial crescimento da inteligência artificial e da sua presença em nosso dia a dia. Você já se perguntou o que as máquinas têm aprendido sobre a humanidade e a vida em sociedade? E como isso volta para nós, impactando a forma como lemos o mundo? É tempo de discutir que tipo de dados têm servido de alimento para os robôs porque isso já tem influenciado o futuro que estamos construindo.
    Customized Training Programs
    Our training programs address topics related to the understanding of human rights in an interdisciplinary way, applied to people’s everyday lives—regardless of their field of work—and tailored to the needs of those who choose this service.
    Formações customizadas
    Nossas formações abordam temas relacionados à compreensão de direitos humanos de forma interdisciplinar, aplicada ao dia a dia das pessoas - sejam elas de quaisquer áreas de atuação - e ajustadas às necessidades de quem opta por esse serviço.
    Diversity Promotion Consulting
    We have observed a positive movement toward the creation of diversity committees within institutions. Through our consulting services, we can work together to design these spaces for dialogue and define strategies to strengthen a culture that upholds and guarantees human rights.
    Consultoria em promoção de diversidade
    Temos percebido um movimento positivo de criação de comitês de diversidade nas instituições. Com a consultoria, podemos traçar juntos a criação desses espaços de diálogo e definir estratégias de como fortalecer uma cultura de garantia de direitos humanos.
    Learning to Have Courageous Conversations about Human Rights
    In this workshop, employees will learn the basic principles of the Dialogue Circles methodology, adapted by Instituto Aurora for the corporate context.
    Aprendendo a ter conversas corajosas sobre direitoshumanos
    Neste workshop, os colaboradores aprenderão princípios básicos da metodologia de Círculos de Diálogos, adaptada pelo Instituto Aurora para o contexto corporativo.
    Building a Culture of Respect and Inclusion
    In this workshop, employees will be introduced to practical strategies to strengthen organizational culture based on human rights. Using interactive methodologies, such as case studies and reflective activities, we will explore how to create a more inclusive workplace aligned with the values of respect, equity, and diversity.
    Construindo uma Cultura de Respeito e Inclusão
    Neste workshop, os colaboradores serão introduzidos a estratégias práticas para fortalecer a cultura organizacional com base nos direitos humanos. Utilizando metodologias interativas, como estudos de caso e dinâmicas reflexivas, exploraremos como criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, alinhado a valores de respeito, equidade e diversidade.
    New Lenses: Expanding Perspectives on Interpersonal Relationships
    In this workshop, employees will be invited to develop a new perspective on relationships in the workplace. Through interactive activities and the sharing of personal stories, we will work with empathy as an essential tool to strengthen connections, reduce conflicts, and build a more respectful environment.
    Novas Lentes: ampliando percepções sobre relacionamentos interpessoais
    Neste workshop, os colaboradores serão convidados a desenvolver uma nova perspectiva sobre as relações no ambiente de trabalho. Por meio de dinâmicas interativas e da escuta de histórias pessoais, trabalharemos a empatia como ferramenta essencial para fortalecer vínculos, reduzir conflitos e construir um ambiente mais respeitoso.
    Assertive Communication: First Steps
    In this training, we use the principles of Nonviolent Communication (NVC) to teach techniques for clear, empathetic, and respectful dialogue. Employees will learn how to express their needs assertively and how to handle conflicts in a constructive way, fostering healthier and more productive relationships.
    Comunicação assertiva: primeiros passos
    Neste treinamento, utilizamos os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV) para ensinar técnicas de diálogo claro, empático e respeitoso. Os colaboradores aprenderão a expressar suas necessidades de forma assertiva e a lidar com conflitos de maneira construtiva, promovendo relações mais saudáveis e produtivas.
    Building Interpersonal Trust
    In this workshop, we address strategies to create an environment where employees feel comfortable expressing themselves without fear of judgment. Through reflections and practices focused on genuine connection, participants will learn how to strengthen their sense of belonging and engagement within the team.
    Construindo confiança interpessoal
    Neste workshop, abordamos estratégias para criar um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se expressar sem medo de julgamentos. Por meio de reflexões e práticas voltadas para a conexão genuína, os participantes aprenderão a fortalecer o senso de pertencimento e o engajamento dentro da equipe.
    Assessment of the Company’s Human Rights Culture and Associated Psychosocial Risks
    This assessment is essential for developing an effective and customized action plan, enabling the identification of needs and the optimization of resources.
    Diagnóstico da cultura de direitos humanos na empresa e dos riscos psicossociais associados aos direitos humanos
    O diagnóstico é essencial para a elaboração de um plano de ação eficaz e personalizado, permitindo a identificação de necessidades e otimização de recursos.
    Development of a Human Rights Policy
    Having a well-structured and in-depth Human Rights Policy is essential to ensure that the company goes beyond mere regulatory compliance and truly embeds these principles into its organizational culture. A robust policy not only guides decision-making and sets guidelines for employees, suppliers, and stakeholders, but also strengthens the company’s reputation and protects it against social, environmental, and reputational risks.
    Elaboração da Política de Direitos Humanos
    Ter uma Política de Direitos Humanos bem estruturada e aprofundada é essencial para garantir que a empresa vá além do cumprimento normativo e realmente incorpore princípios em sua cultura organizacional. Uma política robusta não apenas orienta a tomada de decisões e define diretrizes para colaboradores, fornecedores e stakeholders, mas também fortalece a reputação da empresa e a protege contra riscos socioambientais e reputacionais.
    Monitoring and Evaluation of Progress
    Monitoring and evaluation are used to track the progress of the consulting process, ensuring that the actions implemented are aligned with the proposed objectives and generate real impact on the organizational culture.
    Monitoramento e avaliação dos avanços
    O monitoramento e a avaliação servem para acompanhar a evolução do processo de consultoria, garantindo que as ações implementadas estejam alinhadas aos objetivos propostos e gerem impactos reais na cultura organizacional.