Como será o seu aprendizado?
Programa com vivências práticas
Este é um programa de formação gratuita de facilitadoras de rodas de conversa sobre Democracia e Direitos Humanos, com o intuito de estimular que mais mulheres exerçam o seu direito de votar e votem de modo responsável.
Metodologia ativa e expositiva
Esta formação gratuita tem foco em vivências práticas de rodas de conversa sobre Democracia e Direitos Humanos, introdução à metodologia de Círculo de Diálogo, além da criação e aplicação de roteiros de rodas de conversa.
Carga horária de 14 horas de curso*
A formação inclui cinco módulos online ao vivo, divididos em 2 dias, sendo 10 horas de formação e 4 horas de voluntariado (aplicação da roda e preenchimento de formulário de avaliação).
*Sujeito a variação no caso de parceria com organizações. Verificar nos links da seção abaixo.
Requisitos
Ser uma mulher entre 16 e 25 anos
Com muito interesse em educação política e com disponibilidade para participar da formação online e conduzir rodas de conversa com outras jovens.
Temas dos Módulos
Vivência de roda de conversa
Introdução ao Círculo de Diálogo
Sociedade polarizada e transformação de conflitos
Criação de um roteiro de roda de conversa
Etapa de multiplicação
Para lembrar-se
sempre:
Mesmo as mulheres sendo a maioria do eleitorado brasileiro, a taxa de abstenção de votos femininos é maior do que entre homens, soma-se a isso a baixa representatividade delas nos espaços de poder. Assim, queremos dialogar sobre o voto responsável com jovens mulheres, especialmente aquelas que votam pela primeira vez, para que sintam-se encorajadas a exercerem seu direito ao voto e participem ativamente de uma escolha que impacta diretamente suas vidas.
Faça sua inscrição.
Depoimentos de Facilitadoras
“Eu tô quase chorando porque uma menina ia votar em branco e não vai mais!!!”
“Uma participante comentou sobre a importância de enxergarmos o ser humano como ser humano e não necessariamente a partir de suas decisões políticas que hoje, devido a nossa falta de educação política, podem não ser as melhores. Outro, destacou a importância do voto o descrevendo como um ‘ato de coragem’ e decisão que implica uma série de responsabilidades. Disse que o voto é um direito que ‘foi conquistado’ e que ‘conquistamos a partir de muita luta’, reforçando a importância de termos consciência da história do voto quando votamos branco ou nulo.”
“Senti que todas/os mudaram suas opiniões sobre votar. Nos primeiros encontros foram mais raivosos e descrentes em relação à política e seu papel, e agora estão ansiosos para votar. Até uma participante que não tem idade para votar comentou que quando chegar a hora, ela fará isso.”
“Um participante começou dizendo que não gosta de política e que está feliz por não precisar votar esse ano. Terminou dizendo que saiu com sentimento de ter se despertado para a importância da participação cidadã e de que votar exige muita responsabilidade e o exercício de se colocar no lugar do outro.”
“Apareceu muito a questão da moradia e liberdade de expressão, e falas sobre empatia. Achei interessante que alguns disseram ter sentido tristeza, raiva ou revolta no momento de se colocar no lugar do personagem, porque pararam para pensar e sentir o que esses grupos vivem.”
“Eu entrei nessa muito preparada para as histórias, problemas com o sistema, todas essas coisas que a gente realmente ouve e sente a angústia. Mas não estava preparada para o tanto que eu ia me divertir.”


